A paralisação do transporte rodoviário no país é resultado direto da política irresponsável de preços de combustíveis da Petrobras sob o governo golpista, que atingiu primeiramente a população mais pobre, com os aumentos escandalosos do gás de cozinha. Trata-se de uma crise anunciada e agravada pelo noticiário da Rede Globo, que estimula a corrida aos postos e supermercados, além da especulação com preços dos alimentos. A Globo investe na crise, como fez em 2013 e ao longo do golpe do impeachment de 2016.

O protesto contra a alta dos combustíveis é justo. Foram absurdos 229 reajustes no preço do diesel nos últimos dois anos. Nos 12 anos de governo do PT, foram apenas 16 reajustes.

Na época dos governos do PT os preços do diesel, da gasolina e do gás acompanhavam os preços internacionais em ciclos longos. Os reajustes eram feitos de forma espaçada e moderada, conciliando os interesses da empresa com os interesses maiores do bem-estar público e da eficiência global da economia. Já a gestão golpista da Petrobras adotou uma política de transferência compulsória e imediata das oscilações internacionais para o mercado interno e de maximização dos preços dos derivados, com o intuito único de remunerar os acionistas e tornar a empresa atrativa para as privatizações setoriais a que é atualmente submetida. Tal política, que trata a Petrobras como se fosse uma bolha privada desconectada do interesse nacional, provocou uma volatilidade absurda dos preços, que passaram a ser reajustados, em alguns casos, de forma praticamente diária.

É por isso que o preço do diesel no Brasil está hoje bem acima do preço internacional do produto (56% acima). É por isso que o Brasil está com a segunda gasolina mais cara do mundo. É por isso que a população mais pobre não consegue mais comprar botijões de gás. É por tal razão que a economia brasileira está paralisando. É por isso que o Brasil está importando cada vez mais combustíveis de grandes petroleiras norte-americanas, como Chevron, Exxon, etc.

Além disso, a direção entreguista da Petrobras reduziu em cerca de 30% a produção de combustíveis em nossas refinarias, abrindo o imenso mercado brasileiro para a importação de combustíveis. Nossas importações de derivados norte-americanos subiram de 41% para 82%. Estamos exportando óleo cru, ao invés de refiná-lo aqui mesmo, e comprando combustível mais caro no estrangeiro, que muitas vezes é produzido a partir do nosso petróleo. É uma estratégia suicida, que visa a atrair investidores para a privatização da Petrobras. Um crime contra a economia popular e contra a soberania nacional.

Neste contexto, é meramente paliativa a ideia de zerar os impostos federais sobre combustíveis (objetivo das grandes empresas de transporte que se aproveitaram do movimento para realizar um locaute). A volatilidade dos preços internacionais e do câmbio vai continuar a gerar novos aumentos. Além disso, o custo fiscal dessa proposta, que incide sobre o PIS/Cofins, recairá fatalmente sobre o orçamento de programas sociais e políticas públicas, como a do seguro desemprego, que beneficiam o povo mais pobre. Além de inútil, a proposta do governo golpista é injusta.

O acordo anunciado nesta noite (24/05) confirma essas fragilidades, já que, além de não revolver adequadamente o problema, vai onerar a União, que terá de remunerar a Petrobras caso ela tenha algum prejuízo com as medidas tomadas. Trata-se de uma total inversão de valores, na qual os interesses privados dos acionistas da empresa se sobrepõem aos interesses públicos.

A saída para mais esse desastre do governo golpista está na recuperação da Petrobras e do papel estratégico que nossa maior empresa sempre exerceu no país, inclusive na regulação dos preços dos combustíveis. É urgente reverter a política ultraliberal de Pedro Parente, que trata a Petrobras como se fosse uma empresa privada, com foco no lucro de quem detém ações (grande parte estrangeiros), em detrimento do maior de todos os acionistas: o povo brasileiro.

A reversão deste processo, em benefício do país e do povo, só será possível quando tivermos um governo eleito pela maioria, com legitimidade para enfrentar as pressões do mercado, ao invés de submeter-se a ele como fazem Michel Temer e Pedro Parente. Esta é mais uma razão para lutarmos pela liberdade de Lula e pelo direito do povo de votar livremente num projeto de país melhor e mais justo, um país soberano, com desenvolvimento e inclusão social.

Alertamos, por fim, para as tentativas de manipulação política da paralisação dos transportes e suas consequências. Uma crise dessas dimensões, diante um governo que já não tem sequer a capacidade de dialogar, por absoluta falta de credibilidade, pode se transformar em terreno fértil para aventuras autoritárias. Principalmente porque o campo dos golpistas não consegue apresentar uma candidatura e um projeto de país com viabilidade eleitoral. O PT defenderá sempre as soluções democráticas e justas para o país.

Pela recuperação plena da Petrobras e de seu papel estratégico!

Por uma política justa e soberana dos preços de combustíveis!

Por eleições livres e democráticas!

Lula Livre! Lula Presidente!

Gleisi Hoffmann, presidenta nacional do PT

Paulo Pimenta, líder do PT na Câmara dos Deputados

Lindbergh Farias, líder do PT no Senado Federal

Fonte: www.pt.org.br/

Greve Chapa Branca

 

Brasil, 24 de maio de 2018.

Essa greve dos caminhoneiros, tem comando e apoio da direita. Estão fazendo o que a Centrais Sindicais e os Movimentos Sociais não conseguiram fazer, que é parar o Brasil.

Muita atenção nesta hora de confusão e desinformação. Pode ser o próximo estágio do golpe. Os fascistas ampliaram seus apoiadores, primeiro geram o caos, depois apresentam a intervenção militar como solução. A Argentina vive situação semelhante.

É o imperialismo no comando, que poderá aproveitar para varrer a Venezuela.

Momento complicado, que devemos mobilizar quem pudermos, Centrais Sindicais, demais sindicatos… e movimentos sociais.

Em nossa avaliação a situação pode piorar muito, precisamos, ficar atentos.

– Em Defesa da Democracia

– Contra a Intervenção imperialista na Venezuela

– Fora Temer

– Lula Livre

             Fonte: oproletario.org/

 

 Sobre o movimento dos caminhoneiros

 

greve caminhoneiros

Publicamos artigo do jornal O Trabalho desse 24 de maio sobre esse fato importante em curso que chama a atenção do país

Contra o aumento do diesel

No fechamento da edição, estava no quarto dia o movimento dos caminhoneiros em todo o país, por uma reivindicação justa – contra o aumento do diesel.
Mas de onde vem esse aumento?
Desde junho de 2017, o golpista Temer dobrou a tributação dos combustíveis, cerca de 100% no PIS/Confins, e a Petrobrás adotou uma política privatista de reajuste dos combustíveis em prol dos acionistas – eles seguem a variação do dólar e do petróleo no mercado mundial – e ficaram quase diários. O diesel, a gasolina, o gás de cozinha – vital para a família trabalhadora – e os demais derivados, tiveram aumento de cerca de 20% nas refinarias, mas nos postos a alta chega a 50%.
O movimento com concentrações e bloqueios em estradas e greves tem a simpatia popular, contra o odiado governo.
Mas, além de caminhoneiros autônomos, o movimento heterogêneo também integra empresários de transporte (em locaute). São várias as entidades que “negociam”. A mídia lhe dá um apoio incomum. Estranhamente, se anuncia o desabastecimento em prazo recorde, comparando a episódios anteriores. Aparecem até pedidos de intervenção militar.

Cautela. Cambaleante, o governo Temer e a Petrobras ainda não tem uma solução, a Câmara e o Senado se interpõem. Nos próximos dias, pode-se chegar a um acordo provisório.

Uma solução duradoura para o diesel e para a economia em geral, motivo de várias lutas hoje em curso, passa pelo fim deste governo com eleições democráticas e Lula Presidente!

Artigo publicado na edição nº 828 do Jornal O Trabalho de 25 de maio de 2018

Fonte: petista.org.br/2018/05/24/urgente-nota-do-jornal-o-trabalho-sobre-o-movimento-dos-caminhoneiros-2-2/

 

 

 

CUT Pode Mais e os Desafios para próximo período.

Nesta tarde de terça-feira (08/05), a CUT Pode Mais, estava reunida no SINDICATO DAS SAPATEIRAS E SAPATEIROS DE NOVO HAMBURGO em REUNIÃO com Sindicatos da ligados a corrente na Regional Sinos.
A companheirada esteve reunida debatendo Conjuntura Nacional, Internacional e a Estadual e a Democracia e nossos Direitos Trabalhista após as Novas Leis Trabalhista. E quais serão os desafios da Central Única dos Trabalhadores para construir uma VERDADEIRA UNIDADE DA CLASSE TRABALHADORA DO BRASIL.
Não tinha como não debater a prisão do nosso companheiro e ex-presidente Luis Inacio Lula da Silva, prisão politica e tem como objetiva tirar o Lula das eleições de outubro/18 – ELEIÇÃO SEM LULA... É FRAUDE.
Desde do inicio da reunião foi colocado a faixa que representa a Democracia e os Direitos dos Trabalhadores e a Dignidade do Povo Brasileiro #LulaLivre... somente o Lula pode trazer novamente os nossos direitos e a volta da Democracia.

Por Ederson Rodrigues

 1º DE MAIO DE 2018 EM CURITIBA - LULA LIVRE - LULA PRESIDENTE

FOTO : Francisco Proner Ramos

Lula canta “Gaúcho de Passo Fundo” e diz que termina caravana em Curitiba: “quem não deve não teme”

 

24 março, sábado, 2018 às 9:17 am

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Lula em São Leo

Lula em São Leo

Sul21 - No meio da fala pública que realizou na noite desta sexta-feira (23), diante de 15 mil pessoas no centro de São Leopoldo, no Vale dos Sinos, na Região Metropolitana de Porto Alegre, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva puxou versos do cantor Teixeirinha. A música era Gaúcho de Passo Fundo. Ele arrematou: “…e trato todo mundo com o maior respeito”. “Não é assim? Era só isso que eu queria cantar lá hoje”.

A referência foi à movimentação de sindicatos rurais e políticos de direita da cidade da região norte do Estado que barraram a chegada da caravana petista. A primeira vez desde que Lula começou suas viagens pelo Brasil, no ano passado. Os problemas na região norte atrasaram os planos da viagem. Por questões de segurança, recomendação da própria Brigada Militar, o ato na cidade teve de ser cancelado. Lula disse não ter se surpreendido.

“Eu sou um cidadão bem informado. Eu tinha bastante conhecimento da situação do Rio Grande do Sul, sabia dos resultados eleitorais e venho acompanhando os discursos e comentários. Veja que eu resolvi fazer uma caravana não-eleitoral. Senão, eu teria escolhido as dez maiores cidades do Estado e fazer atos como esse. Escolhi a região menos habitada demograficamente”.

A decisão de concorrer à Presidência este ano, segundo ele, também estaria embalada em não aceitar “a raiva e o ódio” que estariam estabelecidos na sociedade brasileira. E que se conseguir se registrar como candidato, sem medo de ser ufanista, ganha no primeiro turno.

“Será que eles não aprendem a jogar o jogo democrático? Eles acham que são bons? Ora, disputem as eleições. Coloquem um monte de candidatos e elejam. É o [Michel] Temer (MDB)? Que seja o Temer, não tem problema. É o [Geraldo] Alckmin (PSDB)? É o Bolsonaro (PSL)? Não tem problema. Só não pode ser a Manuela [D’Ávila, PC do B] e o [Guilherme] Boulos (Psol) que nós vamos estar juntos em algum momento. Indiquem quem quiserem e vamos para a disputa”. Sem comentar o julgamento do habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF) ou o acordo de adiar uma decisão a respeito dele até o dia 4 de abril, Lula ironizou sobre o fim da sua caravana na região Sul do país.

“Vou terminar minha caravana na Boca Maldita, no centro de Curitiba. Vou fazer isso porque aprendi desde pequeno: quem não deve não teme. Quem é honesto, não baixa a cabeça”. A capital paranaense é a origem dos processos da Lava Jato contra ele e onde boa parte dos políticos presos é mantida. Inclusive o ex-deputado e ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha (MDB). Na fala em São Leopoldo, uma das cidades gaúchas onde o PT conquistou prefeitura em 2016, com Ary Vannazi, Lula deu uma amostra de que pretende seguir o slogan do governo interrompido de Dilma Rousseff (PT), com foco na educação.

“Quero voltar a ser candidato para provar que é possível fazer mais educação, que é possível fazer mais saúde. Eles que se preparem porque eu vou federalizar o ensino médio nesse país. Se vai custar dinheiro, ótimo. Eu tenho dito todo dia que educação não é gasto, é investimento. Eles sabem que vamos voltar a gerar emprego”.

Dilma também se pronunciou em ato de São Leopoldo | Foto: Fernanda Canofre/Sul21

“Eles têm medo do voto como o diabo tem da cruz”

A manifestação no norte do Estado repercutiu nas falas de vários deputados e do senador Paulo Paim (PT). Para Dionísio Marcon (PT), deputado federal que vem do Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST), a luta de classes ficou evidente no episódio de Passo Fundo.

“Para mim, o agronegócio atrasado, raivoso, o bolsonarismo está se articulando no Estado. Isso mostra que a luta de classes está cada vez mais em evidência no Rio Grande do Sul e no Brasil. Aquilo que aconteceu em Passo Fundo, São Borja, Santa Maria, Palmeira das Missões e Bagé são os que financiaram suas máquinas com programas do governo Lula e Dilma, não pagaram e sabem que Lula vai fazer eles pagar”, disse ao Sul21.

Olívio Dutra, ex-governador do Estado e primeiro petista a governar o RS, que acompanhou Lula durante a semana, disse que “a caravana acendeu um rastilho de cidadania”. Ele voltou a defender a candidatura do ex-presidente, de quem foi ministro.

“Quem tem que decidir é povo, somos nós, com o voto direto. Esses que deram o golpe, que chamam pelo nome de impeachment, querem prosseguir e querem uma democracia mendiga. Eles têm medo do voto como o diabo tem da cruz”, disse ele sob aplausos. “Estão tentando tudo com vilania política, como descaracterizar o processo coletivo”. Ele recomendou que é preciso “não afrouxar o garrão e não baixar a guarda”.

Dilma defendeu que o golpe que terminou com seu governo foi dado para “destruir o PT e suas lideranças”. “PSDB golpista e PMDB golpista não têm voto nesse país. Criaram o monstro da extrema-direita. Monstro que, votando pelo meu impeachment, defendeu um torturador e a tortura. Crime inafiançável em qualquer lugar do mundo”, lembrou ela citando o voto de outro presidenciável, Jair Bolsonaro.

Na tentativa de inviabilizar uma candidatura de Lula, segundo ela, “inventaram o lawfare”. Manobras jurídicas para atacar alguém. “Não queremos privilégio, mas não aceitamos perseguição. Apartamento não é de Lula”, afirmou, se referindo ao processo que condenou o ex-presidente a 12 anos de prisão, em janeiro.

Aline com a mãe Carmen e seus dois diplomas | Foto: Fernanda Canofre/Sul21

Os canudos de diplomas

A educação, aliás, foi a política mais lembrada no ato, pelas pessoas que foram ao ato “para agradecer” ao ex-presidente.

Um jovem, professor do Estado, filho de metalúrgico, contou que depois de estudar em um Cefet – atualmente os Institutos Federais, estabelecidos por Lula em seu segundo mandato – chegou em casa decidido a fazer uma faculdade. O pai pediu que ele não pensasse assim, que se preparasse para entrar no chão de fábrica. Nesta sexta, o rapaz entregou de presente para Lula o diploma, que conseguiu graças ao ProUni.

Outra professora da rede estadual, Aline Bernardes da Silva, foi ao ato com a mãe, que sempre militou no Partido dos Trabalhadores. Aline levou os dois canudos e um cartaz onde agradecia a chance a Lula. No caso dela, o Fies foi o que garantiu a chance de estudar numa instituição privada.

“Graças aos programas de democratização da educação que eu consegui meus dois diplomas. O que me traz aqui é esperança que a gente consiga fazer as pessoas enxergarem que precisamos parar de excluir. Precisamos incluir a todos. Todas as pessoas têm direitos”.

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Veja mais fotos de Fernanda Canofre – Sul21


 

 
Fonte: Fernanda Canofre – Sul21 

 

 

A Anglo American e o novo crime da mineração na bacia do rio Doce

Na manhã desta segunda-feira (12) uma tubulação de mineroduto rompeu no município de Santo Antônio do Gama, na região da Zona da Mata de Minas Gerais. O rompimento atingiu o ribeirão Santo Antônio, que integra a Bacia do Rio Doce, já contaminada com a lama da Barragem de Fundão rompida em 5 de novembro de 2015 e que pertence a Samarco, Vale e BHP Billiton.

“O duto que rompeu tem menos de 6 anos de construção semelhante a situação da Samarco é uma obra recente que mostra como a aposta na expansão desmedida causa danos irreversíveis à sociedade”, declara Letícia Faria, da coordenação estadual do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB).

O duto de 529 quilômetros, pertence à mineradora Anglo-American e integra ao Sistema Minas-Rio, que transporta minério de ferro do município de Conceição do Mato Dentro (MG), ao porto de Açu, na cidade de São João da Barra (RJ). “O MAB já vem denunciando o descaso da Mineradora na região. A região já apresenta escassez de água e agora um manancial foi atingido com minério que contém materiais pesados”, denuncia a representante. 

A captação de água feita pela Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa),  foi interrompida na cidade de Santo Antônio do Gama.  O rio Santo Antônio é afluente do Rio Casca, que passa por doze municípios e deságua no rio Doce. Por fotos divulgadas por moradores, o Ribeirão apresenta cor avermelhada.

“Eis que mais uma vez está provada de uma maneira trágica e criminosa que a mineração da forma que está organizada será somente fonte de exploração desmedida, destruição da natureza e das condições de trabalho e saúde das populações”, afirma Leticia Faria.

Neste mês de luta internacional pelos direitos dos atingidos, devemos reafirmar na linha do Fórum Alternativo Internacional da Agua (FAMA) que é preciso questionar profundamente este modelo que coloca água em dutos misturados com amido unicamente para garantir lucros para uma grande empresa. E o resultado são tragédias como estas que devem ser denunciadas e estas empresas combatidas.

Fonte: www.mabnacional.org.br/noticia/anglo-american-e-novo-crime-da-minera-na-bacia-do-rio-doce-0

 

 

www.fama2018.org/portal/fama-2018/

 

 

Aconteceu no dia 30 de outubro no salão da Paróquia da Igreja Pompéia em Porto Alegre o Lançamento do Comitê Estadual do FAMA – Fórum Alternativo Mundial da Água. Estiveram presentes várias organizações sindicais e organizações dos movimentos sócias do Brasil, destacamos a presença internacional da Sra. Carmen Soza militante social do uruguai, além da exposição dos palestrantes que o público em geral pode acompanhar ao vivo pela página do Fórum da Igualdade sendo que todo este conteúdo está lá basta acessar .www.facebook.com/forum.daigualdade/.

Um dos objetivos deste comitê que além de integrar a luta do FAMA nacional pretende ser perene no tempo em defesa da água pública e de qualidade e uma das tarefas será a criação de comitês nas regiões polos do Rio Grande do Sul assim como fez Pelotas no lançamento de seu comitê no dia 26 de setembro. Nossas reuniões serão sempre as quartas feiras sempre na segunda quarta de cada mês .

 

 

 

 

OXITENO: FISCALIZAÇÃO DA SRTE/RS

PUBLICADO: 


20 de junho de 2017

 

No dia 13 deste mês, auditores da SRTE-RS (Su­perintendência Regional do Trabalho e Emprego), realizaram fiscalização na empresa Oxiteno, junta­mente com o Sindipolo e a CIPA que foram convida­dos a participar.

No ato da fiscalização, a SRTE solicitou docu­mentações relativas a NRs, Planos de Manuten­ção, relatórios de caldeiras, CATs (Comunicação de Acidente de Trabalho) entre outros documentos inerentes para as condições de trabalho. Após, se­guiu para as áreas de produção da empresa, onde percorreu a unidade de compressores – C 415 A e B e C 416; de refrigeração do processo e caldeiras B 6310 e B 6360; Unidade de Reconcentração de Áci­do Sulfúrico – Área U 420 SCHOTT; pelo local onde ocorreu o acidente de vazamento no final de 2016, envolvendo a Bomba G712 – planta piloto. Também passou pela Oficina de Manutenção e vestiários.

Nesta fiscalização, foi ob­servada a presença de ruído intenso em algumas áreas da planta industrial, merecendo atenção sobre este risco físi­co; melhor cumprimento da NR 20 no que diz respeito a fracionamento e rotulação de produtos. Na Oficina foram verificadas a necessidade de melhorias em tornos mecâni­cos e na ventilação/exaustão em fumos de solda, confor­me estabelece a NR 12. Outra questão foi a falta de higieni­zação das toalhas dos traba­lhadores, que deveriam ser fornecidas pela Oxiteno, pois as mesmas ficam expostas à contaminações das áreas in­dustriais.

Ficou evidente que a em­presa deu bons andamentos às demandas da fiscalização anterior realizada pelo SRTE. Um exemplo constatado nes­te acompanhamento foi que as tubulações das áreas estão sendo pintadas e melhor iden­tificadas conforme NR 26.

Entendemos que os pon­tos fiscalizados nesta nova atu­ação, são possíveis de serem atendidos pela Oxiteno, pois envolvem somente disposição da empresa e poucos recursos financeiros.

Para o Sindicato, as melho­rias nas condições do ambien­te de trabalho não se limitam apenas ao cumprimento das Normas Regulamentadoras e outros anteparos legais de proteção aos trabalhadores. Mas que as empresas, de uma forma geral, apliquem em seus programas, planejamentos, orçamentos, ou seja, na ges­tão como um todo, melhorias efetivas na qualidade e segu­rança destas condições. Isto é um respeito à vida e saúde dos trabalhadores petroquímicos, sejam diretos ou terceiros.

fonte: https://www.sindipolo.org.br/2017/06/oxiteno-fiscalizacao-da-srters/

 

 

Greve geral tem adesão e apoio históricos e ultrapassou os 35 milhões de 1989

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Fonte da foto :https://otrabalho.org.br/

 

 

 


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